Dr. Jonathan Marcolini - Psiquiatra em São Paulo, Londrina e Online.
Conheça a formação e a abordagem clínica do Dr. Jonathan Marcolini, médico psiquiatra com atendimento presencial em São Paulo, Londrina e Online para todo o Brasil e exterior.
CRM 230998 | RQE 136008
A trajetória do Dr. Jonathan Marcolini
Minha trajetória passou pela formação médica, residência em Psiquiatria, ambulatórios especializados, psicofarmacologia, neurodesenvolvimento e Psiquiatria hospitalar.
Mais do que reunir diferentes experiências, essa formação moldou a forma como avalio meus pacientes hoje: buscando compreender a história do quadro, sua evolução ao longo do tempo, os diagnósticos diferenciais e os diferentes fatores que podem estar envolvidos nos sintomas.

Formação médica
Sou médico pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Tenho muito orgulho dessa formação, porque antes de ser psiquiatra, sou médico — e Psiquiatria é Medicina.
Foi na UFSC que consolidei bases que considero fundamentais até hoje: escuta clínica, anamnese, raciocínio médico e exame, seja físico, psíquico ou laboratorial.
Essa formação me ensinou a compreender o paciente de forma ampla, integrando
sua história, seu contexto clínico e os diferentes elementos necessários para chegar a um diagnóstico e tratamento bem fundamentados.
Residência Médica em Psiquiatria
Durante os três anos de Residência Médica em Psiquiatria, tive uma rotina diária de atendimento em ambulatórios especializados, com agenda própria e acompanhamento longitudinal dos meus pacientes.
Isso me permitiu observar a evolução de cada paciente, a resposta aos tratamentos e às orientações ao longo do tempo — algo que considero um grande diferencial na minha formação.
Os ambulatórios tiveram destaque para transtornos do humor e ansiosos, transtorno afetivo bipolar e transtorno Obsessivo Compulsivo.
Os casos eram discutidos de forma aprofundada com profissionais experientes em cada área, entre os atendimentos.
No terceiro ano, também
atuei como preceptor dos residentes mais novos
Aperfeiçoamento em Psiquiatria e Psicofarmacologia
Durante e após a residência, mantive formação contínua voltada ao aprofundamento da prática clínica.
Realizei formação de 600 horas pelo Brazilian Institute of Practical Pharmacology (BIPP), com atualização ampla em Psiquiatria e Psicofarmacologia, abrangendo psicopatologia, diagnóstico e tratamento dos principais transtornos psiquiátricos.
A formação reuniu aulas e discussões voltadas à prática clínica e à atualização baseada em evidências, ampliando meu repertório de estratégias terapêuticas e psicofarmacológicas aplicadas ao consultório.

Formação em TDAH e Neurodesenvolvimento no Adulto
Também realizei Fellowship em TDAH no Adulto pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), com formação prática e aprofundamento nos transtornos do neurodesenvolvimento na vida adulta.
Nesse período, ampliei minha compreensão do TDAH para além da desatenção e da hiperatividade, incluindo desregulação emocional, cognição social, comorbidades e diagnóstico diferencial.
O contato com casos mais complexos também reforçou a importância de avaliar possíveis sobreposições entre TDAH, TEA e outros transtornos psiquiátricos.
Meu trabalho de conclusão foi dedicado à
desregulação emocional no TDAH adulto, tema que sigo considerando relevante na prática clínica.

Experiência em Psiquiatria Hospitalar
Durante minha formação, realizei estágio no Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo. Posteriormente, fui convidado a integrar o corpo clínico do hospital, onde atuo em Interconsulta Psiquiátrica.
A experiência hospitalar ampliou minha atuação na interface entre Psiquiatria e Medicina Clínica, com contato frequente com pacientes de maior complexidade, múltiplas comorbidades e diferentes tratamentos em uso.
Esse contexto exige atenção especial a interações medicamentosas, efeitos adversos, condições clínicas que podem causar, agravar ou modificar sintomas psiquiátricos e às repercussões emocionais envolvidas no processo de adoecimento.
Também reforçou algo central na minha prática: compreender o paciente não apenas a partir de um transtorno psiquiátrico, mas dentro de seu contexto clínico, funcional e de vida.
Porque uma visão ampla importa?
Minha formação me colocou em contato com transtornos ansiosos e do humor, transtorno bipolar, TOC, TDAH, neurodesenvolvimento e Psiquiatria hospitalar.
Na prática, esses quadros nem sempre aparecem de forma isolada. Ansiedade, desatenção, impulsividade, irritabilidade, obsessões e alterações do humor podem estar presentes em diferentes transtornos.
Por isso, o mesmo sintoma pode ter origens muito diferentes.
Dificuldade de concentração, por exemplo, não significa necessariamente TDAH. Pensamentos repetitivos podem representar preocupação, ruminação ou obsessões.
O diagnóstico depende do padrão completo, da história e da evolução — não de alguns sintomas isolados.
Como isso se traduz na minha avaliação?
Se diferentes transtornos podem compartilhar sintomas, o diagnóstico depende do padrão — não de sintomas isolados.
Por isso, procuro reconstruir a história de forma longitudinal, da infância à vida adulta, entendendo quando os sintomas começaram, como evoluíram, em quais contextos aparecem e qual impacto tiveram ao longo do tempo.
Integro essas informações à história familiar e médica, sono, rotina, funcionamento, uso de substâncias, medicações e tratamentos anteriores.
O exame psíquico é realizado durante toda a consulta e, quando indicado, a investigação pode incluir exames laboratoriais e avaliação de condições clínicas associadas.
Diagnóstico orienta o caminho
Meu objetivo é formular uma hipótese diagnóstica bem fundamentada, capaz de organizar o caso e definir o que deve ser priorizado no tratamento naquele momento.
A partir dessa hipótese, as evidências científicas e os guidelines ajudam a orientar quais estratégias terapêuticas fazem mais sentido para aquele quadro.
Quando existem outros sintomas, diagnósticos diferenciais ou possíveis comorbidades que ainda precisam ser esclarecidos, a avaliação continua ao longo do acompanhamento, conforme a evolução clínica e as novas informações obtidas.
Diagnóstico não é apenas um rótulo. É o que orienta o caminho do tratamento. Sem uma hipótese que organize o caso, falta direção — e qualquer caminho pode parecer adequado.
Foco nos cinco pilares da saúde mental
O Dr. Jonathan Marcolini acredita que os cinco pilares da saúde mental – equilíbrio emocional, saúde física, suporte social, propósito de vida e cuidado contínuo – são fundamentais para promover a verdadeira recuperação e qualidade de vida. Esses pilares estão presentes em cada etapa do tratamento que ele oferece.

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